MÉTODO AC²
O Método AC² transforma diagnóstico em decisão antes da execução.
Ele separa sintoma, causa e prioridade para definir o que precisa ser mantido, corrigido, priorizado ou adiado na operação comercial.
QUANDO O CENÁRIO AINDA NÃO ESTÁ DEFINIDO
Executar cedo demais pode apenas levar o problema adiante.
O AC² é aplicado quando uma implantação, migração ou reestruturação exigiria decisões que a empresa ainda não validou.
Nesses casos, o método é contratado como uma etapa própria de arquitetura comercial, antes da configuração ou da mudança de ferramenta.
Quando processo, pipeline, dados e responsabilidades já estão suficientemente definidos, a empresa pode seguir direto para implantação, migração ou recuperação.
QUANDO O AC² FAZ SENTIDO
Quando a empresa precisa decidir antes de executar.
O AC² faz sentido quando avançar agora exigiria suposições ou levaria uma dúvida estrutural para dentro da execução.
Dúvida entre manter, recuperar, migrar ou recomeçar
Áreas ou modelos comerciais com regras diferentes
Pipeline sem critérios claros de avanço e responsabilidade
Automação ou IA dependente de dados ainda frágeis
Investimento relevante e pouco consenso sobre o desenho
Uma implantação ou recuperação trataria apenas parte do problema
DECISÃO COM EVIDÊNCIA
Uma decisão segura precisa ir além do relato inicial.
O AC² confronta a visão da liderança, o funcionamento da operação e o que os registros conseguem demonstrar. Quando essas leituras não coincidem, a diferença ajuda a localizar onde a operação perdeu clareza ou controle.
- O que a empresa relata
- Como líderes e equipes explicam o processo, as regras e os problemas.
- O que acontece na operação
- Como oportunidades avançam, responsabilidades são assumidas e decisões acontecem no dia a dia.
- O que os dados demonstram
- O que CRM, planilhas, atividades e outros registros conseguem confirmar, contradizer ou deixar sem resposta.
Quando a evidência ainda não sustenta uma decisão segura, o AC² não antecipa a execução.
ANÁLISE
O que o Método AC² analisa
A análise conecta como a venda acontece, quais dados sustentam decisões, como responsabilidades e rotinas funcionam e onde a tecnologia deve ou não entrar.
Processo comercial
Como oportunidades entram, avançam, travam e são encerradas.
Dados e entidades
Quais informações precisam existir e em que sistema devem ser mantidas.
Pipeline e critérios
O que justifica avanço, pausa, perda ou descarte.
Rotina e gestão
Como responsáveis, atividades e ritos de acompanhamento funcionam.
Tecnologia e dependências
O papel de CRM, integrações e automações, inclusive quando ainda não devem entrar.
O QUE FICA AO FINAL
O que a empresa recebe ao final
Ao final, a empresa recebe uma leitura estruturada do cenário e diretrizes para decidir o que deve manter, corrigir, priorizar ou adiar antes de executar.
Leitura da operação atual
Como processo, dados, rotina e tecnologia funcionam hoje.
Problemas e riscos prioritários
O que está prejudicando a operação e o que pode ampliar retrabalho.
Decisões registradas
O que deve ser mantido, corrigido, redesenhado ou adiado.
Diretrizes para execução
Referências para pipeline, dados, responsabilidades, integrações e rotina.
Prioridades e dependências
O que deve avançar primeiro, o que depende de validação e o que ainda não deve ser executado.
DA ARQUITETURA À EXECUÇÃO
A etapa de arquitetura termina onde a execução começa.
Campos, integrações, automações e configurações entram depois das decisões. Primeiro, a etapa de arquitetura define o que a operação precisa sustentar.
As decisões formalizadas orientam a implantação, a reestruturação e a governança. A execução pode acontecer no Pipedrive ou em outra estrutura adequada ao cenário.
Existe uma mudança importante em discussão?
Conte o cenário. Avaliamos se a empresa precisa organizar a decisão antes de executar.
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